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Letra

Texto do ponto

Bate o sino na calunga

E sopra o vento na madrugada

As almas enfileiradas

Pedem maleime a Atotô

É hora grande lá na calunga

Estala osso e geme catacumba

Reluz no clarão da lua

A foice do guardião

E nas doze badaladas

Dá gargalhada e abre o portão

(2x)

É a procissão das almas que vai passar

É Tatá Caveira quem vai guiar

As almas perdidas pra se encontrar

As almas benditas para Oxalá